☽★☾ Grimório da Luna

Um blog dedicado a orientação de iniciantes e praticantes solitários da wicca. Blessed be!

Imbolc - A promessa da primavera (01 de agosto)



  Imbolc, também conhecido como Imbolg, Oímealg, Oimelc ou Candlemas é realizado entre o solstício de inverno e o equinócio de primavera que no Brasil se dá em 1º de agosto. Esse festival de origem celta é um festival agrícola do fogo, porém sua ênfase está mais sobre a luz do que sob o calor, pois uma pequena centelha de luz começa lentamente a romper a escuridão do inverno nos levando lentamente a alegria primaveril.

  O significado desse festival pode ser tirado de seu próprio nome, literalmente. Oímealg ou Oimelc significa o período de lactação das cabras, ovelhas e vacas, o que para o povo antigo era um sinal abençoado de que o inverno estava findando e a primavera se aproximava. Já Imbolg ou Imbolc significa no ventre, o que faz uma correlação com a gestação da terra, uma avivamento do ano, os primeiros estímulos da primavera no útero da mãe terra. Portanto esse festival tem como objetivo comemorar o fim do inverno e o despertar da vida na primavera.

  Imbolc também é um festival dedicado a uma deusa, Brigid (Brigida, Brigit ou ainda Brighid) a deusa do fogo, da cura, da poesia, da fertilidade, das artes e das fontes sagradas que é homenageada como “a noiva do sol”. As lendas celtas descrevem-na como a Deusa em sua apresentação de Donzela tocando, com seu Bastão Mágico, a terra congelada pelo Cajado da Anciã, despertando-a para a vida e aumentando a luz do dia.

  Esse é um festival marcado pelas transformações energéticas e assim como a mãe terra temos de acompanhar essa mudança, então é um momento propicio para se fazer planos e projetos felizes para o futuro, promover uma verdadeira renovação espiritual e material na sua vida, porque esse é o intuito de Brigid: espalhar alegria e iluminar nossos caminhos!

Comemoração em coven:
Geralmente esse sabbat é comorado ao ar livre ao entardecer, os membros dos covens geralmente se reúnem em volta de uma pequena fogueira que homenageia Brigit. O começo do ritual é mais curto e mais alegre que em outras ocasiões, geralmente ele começa com todos os membros dançando e cantando em honra a deusa que agora começa a transformar as trevas em luz, em vida. Geralmente depois disso é preparado o leito de Brigit pela grã-sacerdotisa, o leito de Brigit consiste em depositar um feixe de aveia ou trigo vestido como uma mulher em um cesto ao lado de um pedaço de madeira de formato fálico, depois se acendem velas ao lado do cesto e todas as mulheres gritam juntas: Seja bem vinda Brigit! Geralmente o coven encena a deusa tripla, onde três jovens do coven representam a deusa em seus aspectos: donzela, mãe e velha. O grão sacerdote faz então uma exortação da importância do sabbat e a donzela que representa Brigit segue no ritual onde ela sai varrendo o circulo, banindo assim as más energias para que novas e boas energias possam entrar. Os rituais que se seguem variam de tradição para tradição, mas geralmente esse ritual se encerra com o banimento simbólico do inverno, as boas vindas a primavera e um banquete em honra a Brigit.

Comemoração Solitária:

Decoração:
Como esse é um festival que estimula transformações, a manhã de Imbolg é ideal para que você realize uma faxina em casa (a tradicional faxina da primavera) se livre de tudo que você não usa ou não quer, lembrando sempre de doar aquilo quer for possível, limpe bem a casa para receber as bênçãos da deusa que se aproxima, ao término da faxina acenda um incenso de sândalo, cravo ou canela para purificar espiritualmente a casa para as bênçãos da deusa. Também é uma tradição fazer uma cruz de junco ou palha que é chamada de cruz de Brigit, essa cruz deve ser feita e colocada na entrada da sua casa ou na entrada da cozinha para que se dê as boas vindas as bênçãos da deusa. Não é muito fácil de fazer, mas também não é difícil:

A cruz de Brigit


Obtenha pelo menos 12 peças de junco ou palha (16 é melhor). 

Pegue o caminho mais curto e mantenha na vertical.


Pegue um canudo segundo e dobrá-lo no meio.


Wrap segundo palha ao redor da palha primeiro no centro para que ele abra a sua direita.


Puxe-o apertado.


Gire a montagem em 90 graus sentido anti-horário. 


Segure-o no centro onde os canudos vêm juntos.


Pegue um canudo de terceiros e envolvê-la em torno da palha de segunda para que seja aberta a sua direita. Puxe-o bem apertado.

Gire a montagem em 90 graus sentido anti-horário, segurá-lo no centro onde os canudos vêm juntos.


Pegue um canudo quarto e envolvê-la em torno da palha de terceira para que ele abra a sua direita. Puxe-o apertado.

Gire a montagem em 90 graus sentido anti-horário, segurá-lo no centro onde os canudos vêm juntos.
Pegue um canudo quinta e dobrá-lo ao redor do quarto de palha para que ele abra a sua direita. Puxe-o apertado. 

 
Repita este processo pelo menos até 12 palhetas são usados. 

 

Você sempre estará adicionando um canudo no topo de modo que se abre para a direita e depois virando o conjunto inteiro de 90 graus sentido anti-horário, e de repetição ("Dê à direita, virar à esquerda").
 

Fixe as extremidades dos braços da cruz com barbante, elástico, fita, etc, e aparar as extremidades das palhas de modo que eles são mesmo.

  Também é comum enfeitar a casa com flores frescas, para lembrar que a primavera este por vir, plantar alguma árvore frutífera ou mesmo uma flor e fazer um pedido de um plano a longo prazo para que assim como aquela planta que irá crescer seu plano também desabroche numa primavera. Você também pode acender velas laranjas nas suas janelas e deixa-las acesas até o amanhecer (por isso esse festival também recebe o nome de Candlemas, festival das luzes). 

  É também uma tradição desse festival confeccionar uma boneca de Brigit ou uma boneca noiva como alguns dizem, para que se possa fazer o leito de Brigit como eu expliquei na celebração em coven.

Ritual:
  Antes de tudo quero fazer um parêntesis aqui, como esse sabbat está correlacionado com a deusa Brigit e o esbat de agosto também é dedicado a ela vocês podem tranquilamente adiar esse sabbat para o dia 02 de agosto que será o dia do esbat de agosto em 2012 e realizar os dois rituais num só dia, já que para algumas pessoas ficaria complicado realizar dois rituais em dias seguidos, fica a escolha de vocês.

  Bom o ritual começa como de costume com  a purificação do local, purificação de si mesmo, abertura do circulo, invocação dos elementais e dos deuses.  O seu altar deve estar enfeitado com as flores frescas e um cálice de leite, no centro do seu circulo coloque o seu caldeirão cheio de água com uma flor branca boiando dentro do caldeirão, ao redor dele coloque como se fosse uma coroa treze velas laranjas ou vermelhas (a outra opção é vc fazer uma coroa real com as treze velas para ser posto sobre a sua cabeça, porém como sei que vcs vão realizar sozinhos tenham muito cuidado se forem escolher a opção da coroa ok?) e coloquem sua vassoura mágica próxima ao altar. Comece a celebração com uma oração a Brigit segurando e erguendo o cálice de leite, embora as orações feitas de coração sejam sempre as preferíveis aqui tem uma de exemplo que é bastante usada:
"Abençoada seja, a Senhora do fogo!
A Deusa da luz e da sapiência,
Forja ardente que transforma o ferro em aço,
Protegei seus filhos com benevolência.
A Mãe que irradia a promessa
No ventre sagrado à luz renovada
Esteja entre nós nesta roda solar
Iluminando-nos com sua chama sagrada.
O doce mel que purifica nossa alma
Despertai a alegria do coração,
Com o hidromel, o néctar dos Deuses.
Salve Brighid amada, pela divina inspiração!"

  Beba um pequeno gole do leite em reverência e o ofereça como uma oferenda, se vc estiver ao ar livre derrame o leite sobre o solo, se vc estiver um local fechado coloque o cálice com o leite de volta no altar. Agora você pode fazer alguma homenagem a deusa, recomendo que você leia uma poesia feita para ela, cante ou dance, faça com que a deusa seja bem vinda. Agora você pode fazer se desejar um ritual de banimento de energias negativas, um ritual de fertilidade, consagrar seus instrumentos e tudo mais que possa estar ligado ao significado deste sabbat . Uma sugestão simples é pegar sua vassoura mágica e dizer algo como: “Grande Deusa que suas bênçãos desçam sobre mim, que assim como eu varro esse circulo nesse momento que a senhora varra de minha vida as energias negativas, que a senhora toque com seu bastão abençoado em todos os campos da minha vida e assim se faça luz em todos os aspectos e felicidade em todas as áreas” Enquanto diz isso você varre o perímetro do circulo para expulsar as energias ruins que serão purificadas pela deusa. Você pode tentar também fazer divinação com a água do caldeirão. Terminado o ritual de sua escolha, você irá coroar a noiva, a deusa do fogo. Não importa qual das coroas tenha escolhido, a do caldeirão ou a sua própria coroa o procedimento é o mesmo. Acenda as velas uma por uma dizendo sempre: Bem vinda seja ó deusa! Ao fim quando acender todas as velas diga: “como símbolo eu te coroei oh Grande e amada deusa, para que reines sobre a terra em bondade e alegria, Bem vinda seja!” Encerre o ritual como de costume e se possível realize um banquete em honra da deusa com iguarias derivadas principalmente do leite.

  Tenham todos um sabbat abençoado e que a promessa da primavera preencha todos os lares e lhes traga felicidade, harmonia, amor e paz, bênçãos a todos!

Dragões IV - Dragões na magia e seu lugar na religião wicca



  Na magia os dragões não são apenas símbolos ou figuras históricas antigas, eles são seres presentes, seres místicos! A Dragon Magick ou magia draconiana é um ramo mágico (sem qualquer ligação com a Wicca) que utiliza a energia dos dragões. A magia draconiana tem um uso completamente diferente do uso da magia utilizada na wicca, primeiro porque os dragões, segundo os adeptos da magia draconiana, reconhecem como deuses apenas seus semelhantes imperiais: Tiamat entre outros. E no conceito teológico wiccano Tiamat não é tida como uma divindade.

  Na wicca, os dragões são tratados, assim como as fadas, como seres místicos que podem ser contatados para ajudar em várias situações, mas raramente são também descritos em tradições como elementais do fogo. Os dragões são seres sábios e poderosos, que possuem um código de ética extremamente rígido e  levam muito a sério os compromissos que assumem ou que são assumidos com eles. Costumam reagir com extrema violência quando sentem que foram usados ou traídos de alguma maneira. A prática da Dragon Magick ou o uso dos dragões atrelado a wicca, portanto, exige disciplina, comportamento ético em todas as áreas da vida, respeito pelo livre-arbítrio de outros seres e respeito e reverência pela vida e pelos compromissos assumidos. Antes de qualquer outra coisa, é preciso saber por que você quer praticar esse tipo de magia. Se sua motivação básica é o respeito e o amor pelos dragões e pela magia, vá em frente. Mas, se seu objetivo é ganhar poder para impressionar os outros, desista enquanto é tempo.

  Os dragões são protetores fantásticos! Se você conseguir fazer amizade com um deles, terá um protetor leal para toda a vida. Mas eles também são seres dotados de pouquíssima paciência quando se trata de pessoas indisciplinadas, preguiçosas, hipócritas e falsas , e tendem a demonstrar seu desagrado de maneiras bastante evidentes.

 
Há quem acredite que a amizade com um dragão é para sempre. Não apenas para esta vida, mas para todas as futuras, por toda a eternidade e além. Por isso, pense muito bem antes de se decidir a trabalhar com eles.

  Como já expliquei antes, não sou uma adepta da Dragon Magick e portanto não sou especialista, tenho aprendido muito esses últimos dias sobre eles e me surpreendido bastante. No entanto, só gosto de recomendar alguma prática a vocês que eu ou alguém de confiança já tenha testado com sucesso, por isso pedi a um amigo que descrevesse um ritual simples para obter uma comunicação com os dragões, para começar a estabelecer um laço com eles.

E eis o pequeno ritual que o Octo Ewen compartilhou conosco:
Meditação para primeiro contato com Dragões.

Para tentar fazer um primeiro contato com os Dragões, é necessário um pouco de estudo, um estudo de suas origens e suas vivências e relações com a humanidade.
IMPORTANTE: Só faça a meditação abaixo quando se sentir pronto!!!
Para começar, entre em projeção astral (ou alfa) e invoque Tiamat (A deusa suprema dos dragões).  Peça a ela permissão para entrar em contato com os Dragões, diga o porquê (seja sincero, Dragões odeiam mentiras).
Seja qual for a intenção, não seja egoísta!!! Dragões  odeiam o ego exaltado.
Seja lá qual for sua resposta, agradeça o ritual, se despeça e saia.
Uma vez que um dragão deposita confiança em você, essa amizade pode durar mais de uma vida.  Um dragão, por exemplo, pode esperar milênios para te encontrar.
ADVERTENCIA: se no caso de a resposta ter sido sim para o contato, mantenha o controle de si mesmo, os dragões estarão o tempo todo te testando. 

Dragões III - Alguns dragões famosos



 Os dragões são seres arquetípicos no fundamento de toda cultura no mundo. Mitos e lendas populares descrevem as muitas lutas que opuseram cavaleiros e heróis contra os dragões. Esta é uma lista de lendários dragões em mitos e lendas.

Tiamat

Origem: A história babilônica da criação, Enuma Elish, esta serpente marinha ou dragão como a criatura primeira, a Mãe dos deuses.
Descrição: A representação moderna de Tiamat como uma serpente do mar ou um dragão de várias cabeças foi popularizado na década de 1970 o jogo Dungeons & Dragons. O Enuma Elish afirma especificamente que Tiamat deu à luz dragões e serpentes, mas são apenas alguns de uma lista maior e mais geral de monstros, incluindo homens-escorpião e sereianos. Tiamat era tão poderosa que nenhum tipo de arma poderia penetrar suas duras escamas.
Tiamat era adorada como a mãe dos elementos. Tiamat foi responsável pela criação de tudo que existe. Os deuses eram seus filhos, netos e bisnetos.
Mito: Tiamat vivia no caos primordial que existia antes da criação do mundo. Ela se misturou com Apsu (a personificação da água doce), e a primeira geração dos deuses nasceu. Um desses deuses, Enki, matou Apsu. Tiamat queria vingar Apsu, destruindo os deuses. Ela reuniu um exército de monstros, incluindo 11 dragões. Os deuses mais velhos estavam tão aterrorizados quando viram Tiamat, e seu exército, que aceitaram a oferta do deus Marduk, o mais jovem. Ele se ofereceu para matar Tiamat, na condição de sua supremacia ser reconhecida. Marduk matou Tiamat na batalha e usou seu corpo para fazer o universo. Ele usou o sangue de Kingu, líder do exército de Tiamat e seu segundo marido, para formar a humanidade

Quetzalcoatl


Origem: Quetzalcoatl era adorado primeiro em Yucatan, em seguida, em impérios toltecas e astecas, no que é hoje o México. Quetzalcoatl era o filho da virgem Chimalman e do deus Citlallatonac. Ele era o rei-sacerdote de Tula, a cidade do sol.
Descrição: um dragão serpente alada e com penas multi-coloridas.
Quetzalcoatl, por vezes, apareceu diante de seus súditos arqueado no céu, uma visão incomparável com o corpo iridescente da serpente reluzente ao sol. Em outros momentos, quando ele queria se misturar com os mortais, ele apareceu como um homem velho de barba branca e bengala quebrada ou como um jovem em um manto de penas.
Mito: Quetzalcoatl saiu de dentro da serpente da vida, assim como a Estrela da Manhã, ele era adorado como aquele que trouxe fertilidade à terra e luz para o seu povo. Ele os ensinou a arte da agricultura, incluindo o cultivo da planta de milho, como cavar a terra para extrair ouro e pedras preciosas, os segredos do zodíaco e os movimentos dos planetas e do sistema estelar. Ele foi a inspiração por trás de aprendizagem, poesia e todas as obras de arte desde o mais simples esboço para a peça mais elaborada de jóias.

Jörmungandr
 

Também chamado: Iormungandr, Midgardsormr, Serpente Midgard, e Serpente do Mundo.
Origem: Nórdica. Ele é o filho de Loki e Angur-boda.
Descrição: Esta serpente vive no mar, e circunda a Terra. Ele é tão longa que engoliu o próprio rabo.
Mito: Esta serpente era um dos filhos de Loki, e foi jogado fora do Ash Sagrada, Yggdrasil, por Odin quando era apenas um bebezinho. No entanto, esta pequena serpente cresceu para abranger o mundo, e agora a enorme serpente se envolveu ao redor da terra, torcendo e retorcendo. Este dragão-serpente teve muitos desentendimentos com o poderoso Thor, e os dois vão se enfrentar durante a batalha final na Terra chamada Ragnarok. Thor conseguiu matar a serpente monstruosa com seu martelo, Moljnir mas seu último suspiro foi uma nuvem envenenada que matou o Deus forte. Dada a natureza cíclica do Universo, a batalha vai acontecer novamente e novamente.

Drachenstein
 

Origem: Mito alemão (ligada a Siegfried)
Mito: Hurnen Sifrit decidiu matar o dragão e pegar o tesouro que ela guardava, um tesouro de ouro. Ele se escondeu em um buraco coberto, e quando Drachenstien passou acima dele, mergulhou a espada na barriga desprotegida do dragão. Depois de matar Drachenstein, Hurnen carregou o tesouro em seu cavalo e saiu.

Azhi Dahaki


Origem: Na mitologia persa Angra Mainyu, o Pai da Mentira criou o dragão Azhi Dahaki para livrar o mundo da justiça.
Descrição: Este monstro temível tinha três cabeças e seis olhos, seu corpo foi preenchido com lagartos, escorpiões e outros répteis imundos. Se ele fosse cortado, essas criaturas peçonhentas infectariam o mundo.
Mito: Os antigo hino zoroastriano conta como Yasht Zamyad se sentiu quando Azhi Dahaki tentou apagar a luz da chama sagrada conhecida como a glória divina. Atar, o Deus do Fogo, correu para salvar a glória, mas o dragão desafiou ao Deus, ameaçando destruir a luz de seu fogo para sempre. Atar respondeu com palavras para enviar suas chamas por todo o corpo do Dragão. Com medo, Azhi recuou, mas em retribuição pelos danos que ele fez para a humanidade, o Thraetaona herói divino o amarrou e prendeu ao monte Demavend, perto do Mar Cáspio. Zoroastrianos acreditam que quando o mundo chegar ao fim, Azhi Dahaki vai se libertar de suas amarras e fugir da montanha. Seu fúria, tanto tempo reprimida não permitirá nenhuma interferência quando ele ataca toda a criação, devorando um terço dos homens e animais até que ele seja morto por outro grande herói, Keresaspa.

Fafnir
 

Origem: Mito alemão
Mito: sabe-se que começou sua vida como um anão, ele matou seu pai para tomar o seu tesouro. Fafnir escondeu este tesouro, e vigiado dia e noite em Gnitaheide. Através de sua ganância, ou um ouro amaldiçoado por Otter, ele lentamente se transformou em um dragão. Sigurd Volsung (também conhecido como Siegfried) foi incentivado por um mago anão no Tribunal, cujo nome era Regin e que era, na realidade, o irmão de Fafnir, para matar Fafnir.
Sigurd e Regin cavou um buraco, e Sigurd escondeu nele. Quando Fafnir passou por cima do buraco, Sigurd enfiou a espada, Gram, na barriga de Fafnir, matando-o. Regin removeu seu coração, e cozinhou. Ao segurar o coração, Sigurd queimou-se e colocou os dedos em sua boca. A pequena quantidade de coração de dragão foi o suficiente para permitir que Sigurd entendesse os pássaros. Disseram Sigurd que Regin pretendia matá-lo, então Sigurd matou Regin, carregou o tesouro para Granni, seu cavalo e afastou-se, trazendo consigo a maldição antiga do Lontra.

Zu
 

Origem: Zu, também conhecido como Anzu (de um, que significa "céu", e Zu, que significa "muito"), é um deus da tempestade suméria. Histórias de Zu o dragão foram contadas a partir de cerca de 5000 aC, quando os sumérios se estabeleceram na Mesopotâmia, agora chamado Iraque.
Descrição: Zu às vezes é descrito como um dragão enorme, e outras vezes descrito como um grifo ou um pássaro tempestade. Ele é filho de Siris deusa de aves. Ambos Zu e Siris eram pássaros enormes que podiam cuspir fogo e água.
Mito: Zu era um servo do deus do céu Enlil, governante do universo. Ele também foi o atendente de Tiamat. Zu roubou o Tupsimati, ou Tábua dos Destinos, de Enlil. Quem possuisse a Tábua dos Destinos teria poderes para governar o universo. Zu voou alto até o topo das montanhas de Sabu, e armazenado a tabua como ovos em seu ninho. Enlil enviou o seu filho Ninurta, o deus do sol, para recuperá-la. Ninurta matou Zu e voltou  com a Tábua dos Destinos para Enlil.

Dragões chineses


Os Quatro Lungs:

    Tien-lung, o dragão celestial: que protege o céu e os palácios dos deuses,
    Shen-lung, o dragão espiritual: que lança as tempestades e as chuvas,
    Ti-Lung, O Dragão da Terra que controla os rios e a água na Terra, e
    Futs-Lung, o dragão do submundo que protege metais preciosos e pedras preciosas.

Mang tem quatro garras. Ele representa o poder temporal.

Yu foi o fundador da dinastia Xia. As cinco garras do dragão se tornou o emblema exclusivo do imperador. Membros de sua corte usavam o simbolo de quatro garras.  Se alguém que não o Imperador fosse pego usando o símbolo do dragão de cinco garras, ele era condenado à morte. Os primeiros dragões chineses tinham somente três garras. O Dragão Celestial é o soberano dos dragões chineses. 
 
Wang Lung o imortal rei dragão com um corpo humano vive sob o mar

Grande Chien-Tang é o comandante de todos os dragões do Rio, ele é vermelho sangue, tem uma juba flamejante, e tem 90 metros de comprimento.

A maioria dos dragões ostenta uma brilhante pérola entre as garras, que representa a fertilidade da lua e sua sabedoria. Outros dragões escondê a em sua garganta ou abaixo do queixo.



 Bom gente, acho que aqui eu termino a parte "histórica" por assim dizer dos dragões, próximo psot eu vou colocar como os dragões são tratados no âmbito mágico em geral e mais especificamente qual o lugar dos dragões na Wicca.

Dragões II - Poderes e simbolos: diferentes visões culturais dos dragões



PODERES

  Os dragões são criaturas encontrados na maioria dos mitos de criações. Mitologia sobre dragões aparecem nas tradições de praticamente todos os povos desde o começo dos tempos - embora os dragões apareçam em várias formas.

  Entre suas primeiras formas, os dragões foram associados com a Grande Mãe,o  deus da água e o guerreiro deus sol. Tinham o poder de ser tanto benéficos quanto destrutivos e eram criaturas universais extremamente poderosas. Devido a estas qualidades, os dragões assumiram os papéis assumidos por Osíris e Set na mitologia egípcia.

Qualidades interiores do dragão
  O dragão é supostamente tem uma visão extraordinariamente forte nos domínios físico, intelectual e psíquico. Nas lendas, ele é geralmente descrito como um profeta, um inventor de Charadas, um guardião dos templos, paraísos, magias  e/ou  tesouros escondidos.

  Siegfried combateu um dragão para alcançar a imortalidade e Hércules enfrentou um para conseguir as maçãs de ouro. Às vezes, a chave para a entrada desses lugares ocultos é a própria espada do herói, gotejando o sangue do dragão.

 A partir dessas lendas, o dragão ganha uma reputação de força, vigilância e sabedoria.Vikings tinham figuras de dragões na proa de seus navios. Os dragões nos navios serviam para dotar de coragem, astúcia e sabedoria os guerreiros vikings a bordo.

  Em ambas as culturas oriental e ocidental, o dragão é o símbolo das coisas, atitudes ou hábitos que, embora difícil de resistir devem ser derrubado. O budista japonês, Fudo-Myoo derrotou a cegueira e ignorância na forma de um dragão.

Fraquezas e dragões inimigos
  O dragão não teme nada, exceto o elefante com quem ele vai se engajar na batalha, entrelaçando-se em torno do elefante e infligindo golpes fatais. No entanto, como o elefante finalmente entra em colapso, sua queda esmaga o dragão à morte. (Essa é uma parte de um velho presságio indiano)

  O dragão é supostamente o inimigo do sol e da lua, tanto na mitologia oriental e ocidental, e acredita-se ser responsável por eclipses em muitas culturas. Eles ocorrem quando o dragão está tentando engolir um dos corpos celestes, o que representa a aparência do dragão em astronomia primitiva.

Tesouros dos dragões
  Dragões acreditava-se que viviam no fundo do mar (água) ou em cavernas profundas de altas montanhas (terra), onde eles guardavam vastos tesouros, muito freqüentemente de pérolas e pedras preciosas e/ou ouro. Normalmente anões são seus aliados em contos de fadas populares. Ladon, o dragão da mitologia grega guardava os jardins e Hespérides as maçãs de ouro até que Hércules o venceu. Na mitologia nórdica, Fafnir era o guardião da Renânia do ouro.

Elementos
  A forma de dragão ficaram famosos a partir de seu poder especial de controle sobre as águas e a terra, e deram origem a muitos dos atributos apontados por diferentes povos.
O dragão foi associado muitas vezes com nuvens e acredita-se ser um criador de tempestades. Sua capacidade de cuspir fogo era talvez a remanêscencia dos raios. Algumas pessoas pensavam que os dragões bons protegiam os seres humanos dos maus espíritos. Eles também foram associados com força, fertilidade e velocidade no campo de batalha, alegria e boa saúde. O dragão chtonian é um crocodilo que representa a água. Ele tem o poder de transbordamento dos rios ou para secar as culturas, causando miséria e morte. Ele come carne humana como um demônio e é coberto com o cabelo ou a pele como um animal selvagem. Sua cauda é a parte mais importante.


Fogo
Os poderes destrutivos do dragão derivados de seu sopro ardente,  podem devastar países inteiros. Olhos do dragão também têm esta qualidade de fogo vermelha, às vezes acredita-se refletir os tesouros que eles guardavam. As nuvens de chuva e trovões e relâmpagos foram acreditados serem o sopro do dragão, daí o monstro cuspidor de fogo. Nas tradições armênias, o deus do fogo e relâmpagos tinha poderes para ficar no controle do dragão dos céus, como Thunderbolt fazia em mito macedônio. Macedônios também acreditavam que um guerreiro extremamente corajoso podia se tornar um dragão após a sua morte, enquanto na maioria das outras culturas os dragões eram vistos como os guardiões de tesouros em câmaras mortuárias.

Vôo
Alguns dragões tinham a habilidade de voar, mas nem todos ostentavam esse poder. Os dragões de água, por exemplo geralmente permaneciam dentro do mar ou de lagos, mas uma forma híbrida é conhecido por se mover tanto em água comon o ar.
 
Magia
Há dragões bons ou divinos, que são freqüentemente atacados pelos maus. Às vezes, eles são mortos em batalha por seus adversários e espirra mseu sangue para a terra. Felizmente, para os seres humanos, este sangue faz um bom remédio conhecido como "sangue de dragão". Uma vez que este medicamento afeta curas milagrosas nas feridas que é aplicado, uma correlação foi feita entre o "sangue de dragão" eo sangue de Cristo cura. Sabe-se agora que o alegado"sangue de dragão" usado na antiguidade, era na verdade um composto feito a partir dos frutos secos de palmeiras.


SIMBOLOS
 
Em todas as culturas, o dragão tem uma natureza simbólica importante. Dependendo da forma do dragão representado, o significado pode variar.
Por exemplo, o dragão de várias cabeçasem algumas culturas  tem um forte significado negativo, enquanto os ourobouros (dragão que morde a própria cauda),  simboliza o "Eterno Retorno" é mais positivo e foi descrito muitas vezes em emblemas e escudos. O símbolo do dragão também é muito presente na alquimia.

Dragões e alquimia

Alquimia é uma mistura de filosofia e ciência, que tem sido praticada há séculos, e ainda é praticada até hoje. Ela trabalha em dois níveis: o físico eo metafísico. No nível metafísico, trabalha para purificar e transformar a humanidade. No nível físico, els funciona para purificar e transformar metais. O primeiro passo da transformação de metais é a criação de uma pedra filosofal. Esta pedra pode então ser usado para transmutar metais em ouro alquímico. Quando uma substância foi purificada, torna-se filosófica.

Alegoria
Alegorias descrevem reações químicas e semelhantes, usando símbolos. O dragão é um desses símbolos. Por exemplo, um dragão verde devorar o Sol significa que o ouro foi dissolvido em água régia (água real), uma mistura de ácido nítrico e clorídrico. Além disso, o ouro provavelmente continha cobre, que transforma o ácido em azul-esverdeada. (Um leão verde comer o sol pode foi também utilizado para esta representação). Este simbolismo foi utilizado como uma forma de evitar o acesso de todos as informações alquimicas.

Caduceus
O caduceu consiste em duas serpentes entrelaçadas em torno de uma haste central. É o símbolo de Mercúrio. Este símbolo foi desenvolvido a partir do mito de Mercúrio, o mensageiro dos deuses, que interviera em uma briga entre duas serpentes. Quando ele interveio, as serpentes entrelaçaram se em torno de sua varinha. Nos tempos da Grécia, o caduceu em algum momento ganhou asas, para simbolizar a volatilidade do mercúrio. Os alquimistas também chamam a substância representada pelo caduceu de água de mercúrio caótica, água abismal, água prateada, e Basilisco Filosófico. Mercúrio filosófico é às vezes representado por uma serpente, ou dragão alado.

Cinabre
Cinnabar é uma ocorrência natural de sulfureto de mercúrio. No seu estado natural, é um sólido vermelho cristalino. Alquimistas chineses e árabes extraiam mércurio dele. 'Cinábrio' A palavra vem do persa para "sangue de dragão".

Nagayuna
Nagayuna é o ramo indiano da alquimia. O objetivo é preservar o elixir da vida, a fim de unificar as energias do corpo. O símbolo da naga (duas serpentes entrelaçadas) é usado para representar a ligação entre a terra e os céus, ea transição dos níveis mais baixos para os superiores. Este símbolo pode ser encontrado fora dos templos, em tábuas de pedra (chamadas de "nagahals 'ou' nagakals ')

Doze Chaves
As Doze Chaves foram escritas por Basil Valentine no século XIV. Elas mostram como preparar a matéria prima para fazer a pedra filosofal. Serpentes aparecem várias vezes nas chaves. Uma das aparências está na chave nona. Parte da chave nona mostra três serpentes: os princípios de Enxofre Mercúrio, e sal.

Dragão psíquico

  Os dragões são criaturas duais que simbolizam o inconsciente. Nos sonhos que às vezes representam o medo da morte. Na maioria dos rituais na magia dragões são usados
​​como portas simbólicas para outras dimensões. Uma figura popular, o dragão no centro do labirinto simboliza a parte má do inconsciente (sombra).
O dragão na torre
O mito do herói que salva a princesa de uma torre guardada por dragão simboliza a liberdade do jovem macho que domina a sua amada (a princesa) e as forças regressivas da mãe para acessar relações claras com as mulheres. A torre é o símbolo do falo.
O anfisbena é um dragão de duas cabeças que as cabeças estão sempre em conflito. Ela representa a luta interior entre a mente consciente e as forças destrutivas do inconsciente (sombra).

Dragão no cristianismo
   No simbolismo cristão, o dragão tem sido associado com a "antiga serpente", o diabo, também conhecido como Satanás. Na Bíblia, o dragão foi considerado como um ídolo pelo profeta Daniel que derrotou o dragão.
   Sua forte ligação com o culto da Grande Deusa tornou mais do que um ídolo local. Assim, o dragão que era um símbolo poderoso em muitos lugares da mesma forma como fadas e outros seres benevolentes foi declarado um inimigo da Igreja e tornou-se uma criatura do Diabo, uma encarnação das forças do mal. Esta transfiguração já está presente na mitologia grega: Appolo matou Python, profetisa do oráculo de Delfos, Hércules matou o Hydra e Ladon, o filho da Mãe Terra.
  Contos de batalhas entre heróis e dragões personificam o triunfo do bem sobre o mal e às vezes dramatizam a vitória de uma comunidade sobre a praga ou um desastre natural. Eles também podem denotar uma luta pessoal contra o pecado ou doença.
  Os dragões são atributos populares a muitos santos, incluindo São Jorge de Capadócia, , St. Martha de Tarascon, St. Radegund de Poitiers e São Miguel Arcanjo. Estes santos são mostrados frequentemente esmagando um dragão em pé e, portanto, representa o triunfo do cristianismo sobre as forças do mal, e o banimento do paganismo de uma terra. (Isso mesmo a ilustração de São Jorge derrotando o dragão ilustra vitoria da Igreja contra as religiões Pagãs na época)
  O imperador Constantino ordenou uma representação de si mesmo matando um dragão com sua lança feita para decorar a sua conversão ao cristianismo.
  Artistas medievais ocasionalmente substituído a serpente conhecida sob os pés da Virgem Maria com um dragão derrotado.
  Provavelmente dragão ther mais infame no do histórico, a Hidra do Apocalipse é descrito como sendo um grande dragão vermelho com sete cabeças, dez chifres e sete coroas em cima de sua cabeça. No Alcorão, o dragão do Apocalipse é chamado Dabba.
  Em partes da África, onde o dragão também é considerado como um poder maligno, o monstro se acreditava ser o resultado da união antinatural de uma águia e uma loba.
  No entanto, os dragões orientais na parte leste do mundo ainda conservam as suas virtudes de fecundidade, sabedoria e benevolência.

DRAGÕES POR CULTURA

 Há duas distintas tradições culturais dos dragões: o dragão europeu, derivado de tradições folclóricas da Europa e, finalmente, relacionado a mitologias gregas e Oriente Mádio, e o dragão chinês, com os seus homólogos no Japão, Coréia e outros países asiáticos. As duas tradições podem ter evoluído separadamente, mas se influenciaram mutuamente até certo ponto, especialmente com o contato intercultural dos últimos séculos.

Dragões orientais

Poderes: Algumas das piores enchentes da história da Ásia foram causados ​​quando um mortal irritou um dragão. Dragões foram essencialmente ligados ao elemento água, influenciando o tempo e os cursos de água.
Segundo a mitologia chinesa, o dragão tem que passar 1000 anos no fundo do mar, 1000 anos nas montanhas e 1000 anos entre os homens antes de se transformar em um dragão real. Antes disso, ele é um prisioneiro numa pequena serpente de pedra, chamado de "ovo da serpente". Depois de 3000 anos, o dragão escapa e leva a sua forma adulta, a pedra era conhecido por derramar um líquido mágico chamado "sangue escuro".

Amigo / inimigo: No mundo oriental, o dragão tem um significado bastante diferente do que no Ocidente. Ele é essencialmente benevolente, filho do céu, e controla os elementos aquáticos dos casos universais. Em muitos mitos o dragão é combinado com a Phoenix (fênix) para simbolizar a vida longa e prosperidade. Ele também é combinado com o tigre para representar o céu e a terra ou Inyo (Yin e Yang).

Descrição: Tendo sinuosos corpos serpenteantes e quatro pernas, dragões orientais não costumam cuspir fogo, nem voar.
   De acordo com Wang Fu (Han 206 aC-220 AC), os dragões são compostos de muitos tipos diferentes de animais da Terra: o corpo de uma serpente, escamas de uma carpa, cabeça de um camelo, chifres de um cervo, os olhos
de uma lebre, orelhas como um touro, um pescoço como uma iguana, barriga de um sapo, patas como um tigre e garras como uma águia. A juba de leão decora seu pescoço, seu queixo, e cada cotovelo. Eles também carregam dois chifres na cabeça de boca larga, e dois bigodes longos espalharam para fora do seu focinho.
 
São retratados em várias cores como azul, preto, branco, vermelho ou amarelo. Dragões orientais são geralmente mostrados com uma pérola em sua boca, sob o seu queixo, ou em suas garras. Este é, aparentemente, onde o dragão recebe o seu poder, e como ele sobe para o céu. O dragão do sexo masculino tem uma arma de guerra no seu rabo enquanto o dragão fêmea possui um sensu em sua cauda.


Tipos: Há muitos tipos diferentes de dragões. Alguns vivem no ar, alguns vivem no mar, e alguns no subterrâneo. As lendas da China incluem um dragão branco lunar (lua). Outros incluem o espiritual , O Dragão dos Tesouros Escondidos, o Alado, o cornudo, e o Amarelo. Os chineses têm um dragão para ajudá-los para cada circunstância da sua vida. Na China os dragões são conhecidos como Lung. Yu-Lung que se parece com um peixe dá sucesso à realização de exames e provas.
 
Dragões orientais podem ser classificados de acordo com o número de garras que têm. Mais de cinco garras são  dragões chineses. Três garras  dragões são japoneses. Quatro garras são dragões chineses, indonésios ou coreanos.


Aparições: Nas dinastias anteriores na China, havia muitos documentos registrando relatos de testemunhas oculares dos dragões mágicos. Os acontecimentos mais surpreendentes são os vários "dragões caindo", dragões que, de repente caem no chão em circunstâncias peculiares, e foram testemunhados por muitos. Um conto relativamente recente ocorreu no regime fantoche da Manchúria, em agosto de 1944. Um dragão negro caiu no chão na vila da família de Chen Weizi, cerca de 9,4 milhas a noroeste de Zhaoyuan County, na margem sul do rio Mudan (o antigo nome de uma seção do rio Songhua) na província de Heilongjiang. O dragão negro estava à beira da morte. A testemunha disse que a criatura tinha um chifre na sua cabeça, escamas que cobrem seu corpo, e tinha um cheiro forte de peixe, que atraiu numerosas moscas. Mas assim que ele se aproximou para olhar melhor o dragão se levantou de um impulso só e desapareceu.

Dragões Ocidentais

Locais: Dragões foram originais de vários lugares da Europa, mas após serem abatidos pelos cavaleiros, eles recuaram na Índia e Etiópia.

Descrição: O tipo ocidental de dragão tem sido descrito de várias maneiras. Ele parece ser criado a partir de peças de várias criaturas, tendo pés de águia, uas asas de morcego, membros dianteiros de leão, cabeça de réptil, escamas de peixe, o chifre antílope e uma forma serpentina de cauda, ​​que se estendia ocasionalmente até a cabeça. Pode ser de qualquer cor e algumas espécies podem mesmo mudar a cor de sua pele como um camaleão. Eles cospem geralmente fogo, mas esta não é uma característica geral.

Eles são geralmente retratados como o maus e sedento de sangue que é uma conseqüência da demonização exerced pela Igreja.

Poderes: Os dragões costumam ter hordas imensas de ouro e jóias escondidas em suas tocas. Eles são conhecidos por viver mais de 300 anos, alguns dragões ocidentais são ainda imortais.



Amigo / inimigo: Eles não comem com muita freqüência e podem viver com uma ovelha ou boi uma vez por mês. O dragão é o inimigo do elefante, e esconde-se perto de caminhos onde os elefantes caminham de modo que possa pegá-los com sua cauda e matá-los por asfixia. É por causa da ameaça do dragão que os elefantes dão à luz na água.



Famosos: O fim do dragão veio com o cristianismo como a Igreja declara-los como inimigos e enviou hordas de cavaleiros para lutar contra eles. Como resultado, a maioria dos dragões foram destruídos (e ainda mais cavaleiros foram queimados). Claro que segundo as lendas medievais.


Magia nas lendas: Comer um coração de dragão dará o poder de compreender a linguagem dos animais, comendo a lingua do dragão o homem poderá ganhar uma discussão sem importar o argumento, e esfregando o sangue dos dragões na pele irá ser protegido contra golpes.